A maior parte dos softwares de clínica cobra por profissional, guarda o prontuário num lugar de onde você não consegue tirá-lo, e deixa a secretária conferindo extrato de maquininha no fim do dia. Este é um sistema brasileiro, de preço fixo por clínica, construído com as exigências da LGPD e do CFM dentro do código — não num termo de uso.
Na maioria dos sistemas, quem tem acesso à agenda tem acesso à evolução clínica. Aqui o prontuário é gate próprio: a recepção marca, remarca e cobra sem abrir nenhuma anotação clínica. E toda alteração fica registrada com autor, data e IP, num registro que ninguém apaga — nem o administrador.
Retorno em 6 meses, exame para repetir em 1 ano: fica no papel. O sistema calcula quem passou da data e não voltou, por procedimento, e ignora quem já tem consulta marcada — para o aviso não soar como cobrança automática.
O paciente manda a guia pelo WhatsApp, ninguém anota a validade e o procedimento é lançado com a autorização vencida. Aqui ela fica na ficha, com número e validade, e só as autorizações válidas aparecem na hora de lançar o atendimento.
Contratar o segundo profissional aumenta a mensalidade em quase todos os concorrentes. Aqui o preço é por clínica: o quinto médico custa o mesmo que o primeiro.
Duração por procedimento. O ultrassom, a sala de curativo ou o consultório compartilhado entram como recurso — o sistema recusa duas marcações no mesmo horário.
O paciente responde num toque e a agenda muda de situação sozinha. Reduz o telefonema de véspera, que é onde a secretária perde a manhã.
Desmarcou na véspera? O sistema aponta quem aceitaria aquele horário específico.
Escala fixa, por semana, por dia do mês ou por datas avulsas, inclusive virando a madrugada. Urgência aciona quem está de plantão, com escalonamento para o próximo se ninguém responder.
Link próprio. Ele vê apenas horários que existem de verdade, para o procedimento certo, com o profissional que o atende.
Paciente novo ao telefone: nome e celular dentro do próprio agendamento, com o número de cliente já gerado. Ficha existente é reaproveitada em vez de duplicada, e o link para completar o cadastro sai junto.
Percentual sobre as horas efetivamente disponíveis, não sobre o total do dia. É o número que responde se falta paciente ou se falta agenda aberta.
Um resumo do que vem pela frente: dias com ocupação baixa, buracos formados por cancelamento, de onde vieram os pacientes que marcaram. Quem decide o que fazer com isso é a clínica — o sistema aponta, não age sozinho.
Por procedimento: nada, reter o sinal pago por Pix ou cobrar uma taxa. O paciente aceita a regra antes de marcar, e vale a regra do dia em que ele marcou — mudar a configuração hoje não alcança quem já estava na agenda.
Cancelar pede o motivo (desistiu, vai remarcar, foi a clínica, sem contato); cada remarcação vira linha de histórico; o contato feito fica carimbado sem mudar a situação. O relatório do período mostra a taxa de falta por profissional, horário e origem — que é o que permite agir sobre ela.
Os feriados nacionais entram prontos; os do seu estado e os da capital você revê numa prévia antes de aceitar. Reforma, congresso ou recesso fecham a clínica inteira de uma vez, e o horário some do portal, do WhatsApp e da IA junto.
O prontuário é documento médico antes de ser tela de software. O desenho segue essa ordem.
Cada anotação guarda autor, data e hora. Correção entra como nova versão — o texto anterior continua acessível, como manda o registro clínico.
Formulário pronto para o tipo de atendimento, com as perguntas que importam — alergia, medicação em uso, anticoagulante, gestação, cirurgias. A equipe preenche na tela, ou o paciente responde antes de chegar.
Nesse caso o link vai por WhatsApp ou aparece como QR na recepção: ele confirma quem é pela data de nascimento ou pelo CPF, responde no celular e assina com o dedo. As respostas ficam congeladas com um código que identifica exatamente aquele conjunto — a equipe consulta, mas não reescreve por cima.
Um botão devolve rascunho de hipóteses (com CID-10 quando o dado sustenta), conduta e o que faltou perguntar. Nada é gravado, finalizado ou assinado pela IA; nasce desligado e só liga com o aceite do administrador; prontuário de acesso restrito nunca é enviado.
Integração com a Memed: receita assinada digitalmente, com validade nacional, enviada ao paciente e rastreável na farmácia. Inclui controle especial.
Atestado, relatório, solicitação de exame e laudo a partir de modelos seus, com os dados do paciente já preenchidos. Sai em PDF e vai para o WhatsApp dele.
O áudio da consulta vira rascunho de evolução estruturada. É rascunho: nada entra no prontuário sem o médico ler e confirmar — e isso não é configurável.
Todos os atendimentos anteriores, com procedimento, profissional e valor, na própria ficha; os documentos emitidos (receita, atestado, laudo, pedido de exame) ficam guardados junto. Nada depende de lembrar em que pasta foi parar.
Arquivo por paciente, em pastas que você nomeia, guardado fora do alcance da internet: o download só acontece para quem está logado, e o endereço do arquivo não abre sozinho.
Parentesco ligando uma ficha à outra, com o inverso aparecendo do outro lado. E uma linha do tempo de anotações administrativas, com autor e data, ao lado da observação de sempre — o que não é registro clínico para de morar no prontuário.
Além do diagnóstico, o que muda no atendimento: mobilidade reduzida, necessidade de acompanhante, sala silenciosa, primeiro horário do dia. Aparece para quem marca e para quem atende — não vira apenas estatística.
É dado sensível (LGPD, art. 11): nunca sai em mensagem automática, nunca aparece no portal do paciente, e alteração entra na trilha.
Cada operadora com o seu valor por procedimento. Ao lançar o atendimento com a autorização, o valor da tabela daquele convênio já vem preenchido.
Carteirinha, número da guia, procedimento e validade registrados na ficha. Autorização vencida não aparece para uso, e cada uma é usada uma vez só.
Aguardando, autorizada, negada ou vencida — a recepção vê o que falta resolver antes de o paciente chegar.
Pix, cartão, dinheiro e convênio na mesma conta, cada um com a sua taxa e o seu prazo de compensação.
Pix, cartão ou boleto enviados ao paciente. Quando ele paga, a conta baixa sozinha — ninguém confere extrato para dar baixa.
Extrato em OFX, CSV ou PDF contra o que era esperado — é onde aparece a taxa que ninguém combinou. Se a conta de recebimento for do Asaas, o extrato entra sozinho todo dia; e o mês se fecha comparando o saldo do sistema com o do banco, travando o período contra alteração retroativa.
A história financeira de uma pessoa numa tela só: o que comprou, o que pagou, quanto tem de crédito e quantas sessões do pacote ainda restam. A recepção responde sem abrir cinco telas.
Com o que o cartão vai depositar, o que o paciente ainda paga e as contas a pagar. Serve para decidir contratação e compra de equipamento.
Recorrência, categoria e anexo. A IA lê o comprovante em lote e propõe a baixa; a confirmação é sua.
Pagou adiantado, desistiu de um procedimento, cancelou um pacote? Vira crédito na ficha. Crédito errado se corrige por estorno, nunca por exclusão — o histórico permanece.
Paciente com conta em aberto: avisar, exigir aprovação ou recusar o agendamento. Com carência configurável, para a conta de ontem não virar impedimento hoje.
Plano de tratamento aprovado vira agenda, faturamento e acompanhamento de sessões, com o valor congelado na aprovação.
A nota nasce da fatura, com os dados do paciente. Consulta e cancelamento pelo mesmo lugar.
Pacote de dez sessões pago à vista: a nota pode sair conforme cada sessão é executada, não toda no recebimento. É o que a clínica vai precisar com o fim do regime de caixa.
Folha sobre receita por competência, com aviso quando a clínica se aproxima do limite dos 28% — que é o que separa o Anexo III do Anexo V.
Um arquivo com o que ele pede, no fechamento, sem pedido por WhatsApp no dia 5.
O faturamento por execução nasce desligado. Ele muda a competência da receita e isso é decisão do contador da clínica, não do fornecedor de software. A tela existe, pronta, para o dia em que ele autorizar.
Conexão pela API oficial da Meta, não por celular espelhado. A equipe inteira no mesmo número, e o histórico pertence à clínica — não a quem sair amanhã.
Várias pessoas no mesmo número, sem perder conversa e sem depender do aparelho de ninguém.
Responde de madrugada, oferece apenas horários que existem e marca. Passa para uma pessoa assim que o assunto sai do combinado — e nunca opina sobre sintoma, diagnóstico ou conduta.
Confirmação com botão algumas horas antes, lembrete no prazo que você escolher, e a resposta do paciente mudando a situação na agenda sozinha. O texto é o modelo aprovado pela Meta que a clínica configura.
Depois do atendimento, uma pergunta de um toque: Ótimo, Ok ou Ruim. Quem responde Ótimo recebe o link da sua página no Google; quem responde Ruim vira aviso imediato para a gestão, com uma segunda pergunta — a chance de resolver antes de virar avaliação pública.
Lista de quem deveria ter voltado, por procedimento, sem incomodar quem já remarcou.
Por link, sem senha. Ele vê histórico de consultas, recibos, documentos e agenda sozinho. O prontuário clínico não aparece ali.
Quem chama no WhatsApp vira um card no funil, com a origem do anúncio quando veio de clique. Você sabe quanto custou cada paciente novo.
Paciente indica por link; quando o indicado paga o primeiro atendimento, os dois ganham crédito de desconto. Sem ranking público — expor quem é paciente de quem é dado de saúde. A escada de níveis é individual e privada.
Vale confirmar a peça com o seu conselho profissional antes de divulgar: benefício vinculado a serviço de saúde tem regra ética própria em cada categoria.
Dado de saúde é categoria especial na LGPD (art. 11). Estes itens são controle de acesso de verdade, não texto em política de privacidade.
Alteração de prontuário, de valor, de cadastro e de permissão ficam registradas com autor, data, IP e o que mudou. Senhas e chaves são apagadas do registro automaticamente — inclusive quando alguém as digita no campo errado.
Código do aplicativo autenticador, com códigos de reserva. A clínica exige de todos, só dos administradores, ou de ninguém.
A senha da recepção não precisa funcionar às três da manhã de domingo. Com liberação temporária quando a exceção acontece de verdade.
Paciente, agendamento ou lançamento apagado por engano volta com o histórico, por até 90 dias — e a restauração também fica na trilha.
O padrão é negar: quem não recebeu a permissão não entra, em vez de entrar até alguém lembrar de bloquear. A recepção não abre faturamento; o profissional vê a própria agenda e os próprios pacientes.
Exportar dado clínico exige segunda senha. Termos e contratos são assinados por link, com o documento congelado, IP, data e resumo criptográfico do que foi assinado — validade na MP 2.200-2/2001, art. 10, §2º.
Com ticket médio e comparação entre períodos.
Como cada um chegou, por período ou mês fechado, cruzado com o quanto gastou.
Por profissional, por horário e por origem. Mostra se o problema é o turno, a confirmação ou o perfil.
Percentual ou valor por procedimento, com fechamento por período que vira conta a pagar. Cada um consulta o próprio extrato.
Meta por profissional e por clínica, acompanhada ao vivo.
Custo do material, custo/hora da sala, imposto, repasse e margem. O sistema mostra a conta e sugere o preço — só grava depois da sua confirmação.
Consumo baixa pelo procedimento. O que vence primeiro sai primeiro, com painel do que está por vencer e quanto isso vale.
Reunião de sócios com deck gerado do próprio dado, em tela ou PDF, sobre um retrato congelado do período.
A pergunta é feita com as palavras de quem usa e a resposta vem do manual e dos indicadores da própria clínica, com o atalho para a tela. Responde "quantos" e "quanto"; nunca devolve nome, CPF ou telefone de paciente.
O sistema funciona no navegador, com as telas adaptadas ao tamanho do aparelho. Agenda do dia, prontuário e relatórios abrem de onde o profissional estiver.
Não temos estudo de aumento de faturamento para citar, e não vamos inventar um. Os números acima são os que conseguimos comprovar: volume migrado, volume trocado, ritmo de desenvolvimento. O resto você mede na sua própria clínica, durante o teste, com os seus dados dentro.
| Plano | Mensal | No ano | O que inclui |
|---|---|---|---|
| Starter consultório individual |
R$ 199,00/mês | R$ 1.990,00/ano |
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| Pro clínica com mais de um médico |
R$ 349,00/mês | R$ 3.490,00/ano |
Tudo do Starter, mais:
|
| Enterprise clínica com equipe e mais de uma unidade |
R$ 599,00/mês | R$ 5.990,00/ano |
Tudo do Pro, mais:
|
No plano anual, doze meses pelo preço de dez. A migração dos seus dados — agenda, cadastro e histórico — está incluída, sem cobrança de implantação. Verificação em duas etapas, trilha de auditoria, lixeira e janela de horário estão em todos os planos: segurança não é item opcional.
Teste grátis, sem cartão e sem fidelidade. Se preferir, migramos a sua base primeiro e você avalia com a clínica inteira dentro.
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Capturas de tela feitas em ambiente de demonstração, com dados fictícios —
nenhuma informação de paciente real aparece aqui.
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